A origem:
A história de datas do Papelão Ondulado
já passa de um século. O papelão ondulado nasceu
do uso de papel e da necessidade crescente para empacotar e proteger.
Apesar de consideráveis mudanças, as embalagens modernas
não são tão diferentes que as de nossos avôs.
0 segmento é e permanecerá lucrativo,moderno e inovador.
Algumas datas importantes:
1856 - Dois ingleses obtiveram a patente para o primeiro uso conhecido
do papelão ondulado como proteção interna de
chapéus. Naquele ano surgiu também a primeira "onduladeira",
muito simples, com dois rolos ondulados, operados manualmente.
1871 - A primeira utilização do papelão ondulado
como embalagem, foi quando o americano Albert L. Jones obteve a
patente para envolver produtos frágeis, como garrafas, em
embalagens produzidas com esta matéria-prima.
1874 - Novamente nos Estados Unidos, Olivier Long patenteou o conceito
de unir uma folha lisa a um papel corrugado, para fortalecer isto.
1881 Foi criada a primeira single facer motorizada, que foi introduzida
na Inglaterra em 1883; na Alemanha em 1886; e na França em
1888.
1895 - A primeira onduladeira conhecida foi projetada por Jefferson
T. Ferres, da empresa Sefton Manufacturing Co.
1903 - Um produtor de cereais usou pela primeira vez uma caixa de
papelão ondulado em parede simples (capa/miolo/capa), conseguindo
a aprovação oficial deste tipo de embalagem de transporte.
1952 - Foi constituída a FEFCO - European Federation of Corrugated
Board Manufacturers.
No Brasil
1935 - A primeira fábrica de papelão
ondulado foi constituída pelos Srs. João Costa e Ribeiro,
que introduziram no nosso mercado o ondulado parede simples, até
então importado da Alemanha. A produção de
embalagens de papelão ondulado mostrou um rápido crescimento,
acompanhando a Revolução Industrial e respondendo
à pronta demanda por mais embalagens de transporte, caminhando
paralelamente às atividades econômicas.
1974 - Foi fundada a ABPO - Associação
Brasileira do Papelão Ondulado.
No seu primeiro Anuário Estatístico, a ABPO apontava
que a produção de papelão ondulado no Brasil
havia crescido de 220 mil toneladas, em 1970, para 500 mil toneladas,
em 1974.
Desde o final do século XIX, muitas mudanças
têm ocorrido, e um notável progresso foi alcançando,
conseguido na melhoria da matéria-prima, nos equipamentos,
dos processos de produção e nas técnicas de
impressão da embalagem de papelão ondulado.
Alguns exemplos são destacados a seguir: o número
de gramaturas do papel usado para produzir papelão ondulado
aumenta continuamente. Com isso, são inúmeras as possibilidades
de combinação de diferentes papéis para capas
e miolo; a produção e a produtividade da indústria
de papelão ondulado têm crescido rapidamente. O mesmo
vem ocorrendo com as linhas de envasamento dos usuários de
papelão ondulado; a informática tem revolucionado
a indústria, permitindo produções contínuas
e agilizando o trabalho do departamento de desenvolvimento de embalagens
e o processamento de pedidos.
Tais avanços, naturalmente, não chegaram ao fim, pois,
a Era da Tecnologia da lnformação está apenas
começando: na última década, as novas técnicas
de impressão trouxeram as maiores mudanças. Por exemplo:
o código de barras para identificação de produtos
exigiu significativa melhoria da impressão das embalagens
de papelão ondulado: as chamadas "micro-micro"
ondas e papéis de alta qualidade têm possibilitado
impressões cada vez mais sofisticadas. o que tem sido a porta
de entrada do uso do papelão ondulado como embalagem primária.
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