Principal
 Empresa
 Reciclagem
 Fab. do Papel
História do Papel
Processo Produtivo
Produto Acabado
 Papel Micro-Ondulado
História Papel Ondulado
Processo Produtivo
Produtos Acabados
Emb. Papel Ondulado
 Programa de Qualidade
 Meio Ambiente
 Links
 Contato
Principal Contato
Escolha um Idioma:
Versão  Português English Version Versión Española
Português English Español
 
 
Na Valpasa a produção do papel é feita com fibras 100% recicladas.
 
 
 
 
 
Documento sem título
HISTÓRIA DO PAPEL
 

Foi na paciência de um oficial do império Chinês, TS'AI LUN (105 DC), que o papel foi criado. A técnica usada então, e válida até hoje, consistia em colocar numa vasilha cheia d'água casca de amoreira, pedaços de bambu, raminho, redes de pesca, trapos de roupas e cal.

Neste "caldeirão "de fibras surgia então uma pasta que logo seria coada por uma espécie de peneira quadrada e bem fina. A folha que se formava na tela era removida e estendida sobre uma mesa. A operação se repetia com as novas folhas sendo empilhadas, depois prensadas e por fim separadas uma a uma para secagem.

Este processo manual, no entanto, só foi introduzido na Europa em metade do século VIII, ano 761, quando técnicos Chineses foram presos e transportados alguns anos mais tarde para Bagdá, cidade Muçulmana recém fundada, dando início naquela região a primeira fabricação de papel a oeste das fronteiras do grande império chinês.

Ainda assim continuou lenta a difusão do uso do papel. Somente no século XII, que o papel chegou na Espanha, período da dominação Árabe na Península Ibérica. Os demais países do velho continente, só foram conhecer o papel um século depois.

Esta resistência ao novo produto pode ser explicada pelo seu aspecto, considerado feio, rude e frágil e uso satisfatório do pergaminho e do papiro. Mesmo assim, esta técnica rudimentar ganhava alguns incrementos como a introdução do linho e do cânhamo e a utilização de moinhos hidráulicos para desagregar as fibras de papel. Mas é o advento da imprensa, com a invenção dos tipos móveis por Gutenberg em 1954, que vai propiciar ao papel uma melhor aparência.

A popularização da cultura possibilita maiores investimentos no processo de fabricação, como o aproveitamento dos moinhos de vento e o uso de máquinas de folha contínua, tornando o papel um elemento indispensável. Conseqüentemente as matérias primas para sua fabricação, o linho e o algodão, foram se tornando escassas.

A situação ficou tão grave que em 1666, na Inglaterra, foi proibido o uso desses tecidos nos enterros a fim de preservar todas as quantidades disponíveis para fabricação de papel. Para solucionar esse problema os papeleiros tentaram vários materiais para substituir os trapos de roupas que eram usados, como musgo, pinho, ripa, urtigas e até mesmo múmias. O inusitado ficou a cargo de algumas organizações que na época de escassez crônica importaram múmias egípcias, com o intuito de usar as faixas para o fabrico de papel.

O resultado porém, foi tão nefasto quanto o aspecto da matéria de origem: o papel era grosseiro e de cor bem escura, usado somente para embrulho. Em 1844, o uso da madeira no processo de fabricação (ainda misturada com pedaços de roupas), abre espaço para o estudo de novas técnicas, como as semi-pastas de celulose e já no nosso século o uso da fibra curta (eucalipto). É a técnica do papel reciclado.

Fonte: www.sinpesc.com.br